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Camacho Adames, I. N. (2024). Rock y Metal con las uñas: Transsubjetividades féminas estridentes desde Latinoamérica. Ph.D. thesis, University of Kansas, Lawrence.
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Ćurko, B. (2021). Utjecaj glazbe na kvalitetu života – primjer heavy metal glazbe [The influence of music on life quality – Heavy metal music as an example]. Studia Polensia, 10(1), 59–72.
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Flaherty, E. (2025). The three worlds of heavy metal: Inequality and the political economy of metal music. Metal Music Studies, 11(1), 43–64.
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Holzbach, A. D., Santos, M., Evangelista, S., & Oliveira, T. (2015). Heavy Metal X Funk: disputas de gênero na cultura pop a partir do canal Mamilos Molengas. In S. P. de Sá, R. Carreiro, & R. Ferraz (Eds.), Cultura pop (pp. 131–150). Salvador: EDUFBA.
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Khalil, L. M. G.(U. N. I. R.). (2017). A QUALIDADE DE VOZ GUTURAL: APONTAMENTOS PARA UMA CARACTERIZAÇÃO ACÚSTICA E ARTICULATÓRIA. Miguilim: Revista Eletrônica do Netlli., 6(2), 198–218.
Abstract: O gênero musical death metal, subdivisão do heavy metal, tem como característica o emprego de uma voz urrada, distorcida e pouco compreensível. No âmbito da música, essa qualidade de voz é denominada “gutural”, nomenclatura que faz referência, de maneira ampla, a perceptíveis tensões na região da garganta (por isso, “gutural”) observadas por falantes que empregam essa técnica. Tendo em vista que, em estudos sobre qualidade de voz, não existem muitas descrições que abordam tal produção, objetivamos realizar alguns apontamentos que contribuam para a caracterização acústica e articulatória da voz gutural. Para isso, apresentaremos alguns aspectos introdutórios do conceito de qualidade de voz (LAVER, 1980) e, adicionalmente, referências a estudos que possam contribuir para a nossa proposta, como os de Sakakibara et al. (2004) e de Smialek et al. (2012). Além disso, analisaremos espectrogramas da voz empregada nas canções Crucifier Avenged e Hammer Smashed Face, ambas da banda Cannibal Corpse, com o objetivo de descrever as peculiaridades acústicas da voz gutural.
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Landes, N. “That’s Not Heavy Metal”: Egalitarianism, Elitism, and Winning Arguments in Three Metal Music Studies Canons. Ph.D. thesis, Indiana University, Ann Arbor.
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McLaughlin, A. R. (2015). Navigating Gender Inequality in Musical Subgenres. Ann Arbor: East Tennessee State University.
Abstract: This study looks at female musicians performing in subcultural rock genres commonly considered non-gender-conforming, such as punk rock, heavy metal, noise, and experimental. Twenty-four interviews were conducted with female musicians who reflected on their experiences as musicians. Themes emerged on women’s patterns of entry into music, barriers they negotiated while playing, and forces that may push them out of the music scene. Once women gained a musician identity, their gender functioned as a master status. They negotiated sexism when people questioned their abilities, assumed men played better, expected them to fail, held them to conventional gender roles, and sexually objectified them. Normative expectations of women as primary caregivers for children, internalization of criticism, and high personal expectations are considered as factors that contribute to women’s exit from musical careers. This research closes with suggestions for how more women and girls can be socialized into rock music.
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Nevárez Araújo, D., Varas-Díaz, N., Wallach, J., & Clinton, E. (2023). Metal Music in the Distorted South: A Call for Defiance and Reflection. In Defiant Sounds. Heavy Metal Music in the Global South (pp. 9–30). London: Lexington Books.
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